[Testamos na PSX] Shooter co-op para VR, Firewall Zero Hour empolga

Anaheim (CA) – Um dos jogos que mais chamaram a atenção na apresentação da Sony no primeiro dia da PlayStation Experience foi Firewall. Um shooter cooperativo para o PlayStation VR, jogável com o controle VR Aim. Ele tem um jeitão de Rainbow Six Siege, focado em uma experiência tática, e oferece algo bem diferente de tudo que já foi lançado até agora para os óculos. E nós testamos nesse sábado.

Foram três partidas e três vitórias, então quem tiver o PSVR e se animar com o jogo, só me adicionar na PSN que a gente vai se dar bem. Falando sério agora, Firewall é bem simples de entender: são dois times de quatro jogadores se enfrentando em uma batalha que tem como objetivo hackear a segurança de uma rede. Um time tem que defendê-la, o outro tem que chegar a um laptop no cenário.

No nível que testamos, havia uma grande casa, em que a equipe de ataque tinha que invadir e convergir para o centro para hackear o laptop. Joguei com três equipes diferentes. Na primeira, com latinos. Na segunda, japoneses. Na terceira, americanos, da equipe do jogo, o que, claro, fez tudo ficar mais fácil.

O que isso tem de relevante para a análise do jogo? Muito. A comunicação é fundamental. No primeiro jogo, mesmo não falando muito bem espanhol, consegui dialogar bem com todo mundo e nós fechamos a fase muito rápido. Nos unimos e fomos todos de cara na porta principal. Jogamos uma flash, cegamos dois inimigos e matamos eles. Os outros depois estavam um de cada lado e foram presas fáceis.

Na segunda partida, com os japoneses, eu não entendi, obviamente, nada do que eles falaram. Até tentamos nos comunicar um pouquinho em inglês, mas não rolou, então foram eles todos fazer uma coisa e eu outra. Deu certo, mas eu tive que matar dois adversários e me dirigir até o objetivo para ganharmos o round. Foi bem mais difícil do que poderia/deveria ser.

Já na terceira, com a melhor comunicação, em inglês, tudo foi feito “como deveria”. Conversamos rapidamente antes, nos dividimos em duplas, uma para a esquerda e outra para a direita, atacamos coordenadamente e fomos em busca do objetivo. Quando hackeamos o laptop na área central, os inimigos também foram pra lá e foi uma baita batalha. Quase perdemos, mas concluímos o hack e vencemos.

Ou seja, foram três partidas totalmente diferentes, o que é bem bacana. Há muitas possibilidades para desenvolver o jogo, e esta foi só uma fase. A expectativa é muito boa para o futuro de Firewall. Em todos os jogos, pudemos identificar algumas características que prometem ser marcantes do game. Algumas bacanas, outras nem tanto.

Por exemplo: você tem que dar muitos tiros para matar alguém. Além disso, em um jogo com esse ritmo e tanta precisão, o PS VR Aim e a PS Camera apresentam pequenas falhas de tracking. Nem sempre você consegue se movimentar e acertar exatamente o que deseja. Houve casos, por exemplo, em que tentei mirar, fiz o movimento e “não encaixou”. Parecia haver um pequeno delay em alguns momentos.

Positivamente, por outro lado, a sensação de jogar com um controle em formato de arma é excelente. Os botões são bem intuitivos, os comandos simples, você pode selecionar diversos loadouts, há granadas, a movimentação é livre… No geral, é uma experiência muito bacana, e que com pequenos ajustes pode se tornar excelente quando Firewall, de fato, for lançado.

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