Popularidade dos tablets continua caindo, diz IDC; Apple se mantem como maior vendedora

Os tablets estão morrendo, e isso não é uma novidade para ninguém. Com um número cada vez maior de smartphones com telas grandes (entre 5,5 e 6 polegadas) sendo lançados no mercado, é natural que os consumidores percam o interesse na categoria, nascida em uma época em que um Galaxy Y tinha 3 polegadas, por exemplo. Em março, o International Data Corporation (IDC) divulgou que, no Brasil, apenas 4 milhões de dispositivos foram comercializados em 2016, 32% a menos que os 5,8 milhões em 2015.

Mas em um escala global, qual é a situação? Nada muito diferente. Em um relatório divulgado neste fim de semana, o mesmo respeitado instituto afirmou que as vendas de tablets caíram em aproximadamente 5,4% no último trimestre deste 2017 em comparação com o ano passado. No total, ao longo dos últimos meses, foram comercializados apenas 40 milhões de gadget ao redor do mundo; em 2016, nesse mesmo período, o volume foi de 42,3%. Parece pouco, mas, acredite: não é. Especialmente se repararmos que algumas fabricantes estão com um crescimento anual negativo, como é o caso da Samsung.

Quem se manteve no topo do ranking foi a Apple, que ainda assim conseguiu aumentar o seu market share em 3,9% e vendeu 10,3 milhões de dispositivos. A Amazon, a Huawei e a Lenovo também exibem pequenos aumentos em suas fatias no setor; porém, ao olharmos para “Outras” fabricantes, vemos um declínio de menos 4,8 milhões de produtos comercializados. Juntando todas as manufaturadoras, o resultado é negativo. Vale lembrar que os cálculos da IDC também incluem tablets “conversíveis” (que possuem teclados inclusos, sejam dobráveis ou removíveis).

E você, o que acha? Ainda tem interesse em tablets ou acha que esse segmento está perto de seu fim?

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